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quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

QUANDO NASCEU JESUS?

"Astrônomos e historiadores se unem para desvendar quando nasceu JesusFesta pagã do solstício de inverno foi transformada em cristã pela Igreja.Definir quando nasceu Cristo exige uma profunda investigação histórica".
Ronaldo Rogério de Freitas Mourão*
Existem eventos que, pela sua natureza, são quase inquestionáveis. Um deles refere-se ao Natal. Habituados que estamos a comemorá-lo todos os anos em 25 de dezembro, jamais poderíamos supor que o nascimento de Jesus tivesse ocorrido em outra data. No entanto é justamente o nascimento de Cristo o acontecimento histórico que mais tem atraído a atenção de diversos astrônomos, em particular daqueles interessados em problemas históricos e preocupados com a procura de uma explicação racional para o grande mistério da Estrela de Belém.
Por definição, Jesus nasceu no ano 1 da nossa era, pois o seu nascimento é o evento que marcou o início da era cristã. Na realidade a verdade é outra. Tudo começou em 525 d.C., quando Dionísio, o Pequeno, ao fixar o nascimento de Cristo em 25 de dezembro do ano 754 ab urbe condita (depois da fundação de Roma), efetuou um erro de cálculo da ordem de pelo menos cinco anos. Ele não havia considerado nem o zero (algarismo que seria introduzido na Índia no século IX a.C.) nem os quatro anos que o Imperador Augusto reinou com o seu próprio nome de batismo, Otávio.
Por outro lado, com auxílio de acontecimentos históricos citados na Bíblia,poderemos determinar com maior precisão os prováveis anos nos quais teria nascido Jesus. De início, segundo São Matheus, sabe-se que Jesus nasceu durante o reinado de Herodes, que faleceu no ano 4 a.C., talvez nos meses de abril ou maio. Essa última conclusão prende-se ao fato de a morte de Herodes ter ocorrido antes da Páscoa dos judeus, e ter sido precedida por um eclipse da Lua. Ora, como o único eclipse lunar visível em Jericó foi o da noite de 12 para o dia 13 de março do ano a.C., como foi mencionado por Flavius Josephus, supõe-se que a morte de Herodes ocorreu provavelmente no mês que se seguiu ao eclipse. Em síntese: tudo indica que Herodes morreu entre 13 de março e 11 de abril, pois foi nesse último dia que se iniciou a Páscoa dos judeus.
Uma outra ocorrência que tem auxiliado os historiadores foi o massacre dos inocentes, quando todas as crianças de menos de dois anos foram sacrificadas por ordem de Herodes, que se baseou nas informações dos Magos para enviar os seus soldados a Belém, a fim de matar o novo Messias que ele tanto temia. Por esse fato se concluiu que Jesus, na época, deveria ter menos de dois anos. Seria conveniente lembrar, por outro lado, que essa data pode corresponder a concepção e não ao nascimento, pois entre os orientais era tradição iniciar a contagem da idade a partir daquele instante.Um outro ponto de referência na fixação da data de nascimento de Jesus foi a época do recenseamento ordenado pelo Imperador Augusto, que foi executado por Quirino, governador da Síria. Se aceitarmos o termo recenseamento como censo, isto é, como um inventário de população, a data correspondente será -7 ou -6. Todavia se tomarmos, como o fazem alguns autores, esse termo no sentido de cens, ou seja, de imposto, que deve ter sido posterior de um a dois anos ao citado inventário, é aceitável supor que o mesmo ocorreu 5 a 4 anos a.C.Considerando todos esses elementos, chegamos à conclusão de que a data de nascimento de Jesus deve situar-se entre os anos 5 a 7 a.C.
Em que dia do ano nasceu Cristo? O Natal, em 25 de dezembro, começou a ser celebrado em todo o mundo como o dia do nascimento de Jesus depois do ano 336 d.C. Antes essa data era aceita com o solstício do inverno no Hemisfério alongar. A festa pagã do dies solis invicti natalis, ou seja, o dia do nascimento do Sol invicto, era celebrada no dia que coincidia com os meados de saturnália -- estação durante a qual os trabalhos cessavam. Nesse dia em que o Sol começava a se dirigir para o norte, as casas eram decoradas com árvores, presentes eram trocados entre os amigos, ceias e procissões eram efetuadas pelos povos pagãos em homenagem ao Sol, que voltava à sua posição elevada.
Como os primeiros cristãos comemoravam esse feriado, a Igreja decidiu transformar tal cerimônia pagã numa festa cristã. Assim, o dia 25 de dezembro passou a representar o dia do nascimento de Cristo. No Oriente, o nascimento foi inicialmente celebrado em 6 de janeiro, data que estava associada à Estrela de Belém. Tal comemoração tinha como objetivo substituir a cerimônia pagã que em 6 de janeiro se comemorava no tempo de Kore em Alexandria e em algumas regiões da Arábia, quando se celebrava Kore, a virgem, que deu à luz Aion.
Em 194 d.A., Clemente de Alexandria propôs a data de 19 de novembro do ano 3 a.C., enquanto outros pretendiam que o nascimento ocorresse em 30 de maio ou 19/20 de abril. Mais tarde, em 214 d.C., Epifânio propôs do dia 20 de maio. Nessas datas existem confusões entre a época da concepção e do nascimento. No entanto, tais datas parecem concordar com a velha tradição de que Cristo teria sido concebido na primavera e nascido em meados do inverno (essas estações referem-se ao Hemisfério Norte).
Segundo os relatos da Bíblia, o nascimento de Cristo pode ser determinado em função do de São João Batista. Assim Zacarias, o pai de João Batista, foi o sacerdote da travessia de Abia (Lucas 1.8) que teria servido no templo na sexta semana depois da Páscoa, semana anterior ao Pentecoste. Como todos os "sacerdotes" também serviram durante o Pentecoste, Zacarias teria deixado Jerusalém para sua casa no décimo segundo dia do mês do calendário israelita Sivan, ou seja, em 12 de junho do nosso calendário. Ora, como Isabel, sua esposa, concebeu seu filho depois do seu retorno (Lucas 1.24) conclui-se que João Batista deve ter nascido 280 dias mais tarde, ou seja, nas vizinhanças do dia 27 de março. Lucas (1.36) registrou ser Cristo seis meses mais jovem que João Batista, o que faz ter o nascimento de Cristo ocorrido em setembro seguinte, ou seja, no outono do ano 7 a.C. A primitiva tradição cristã registrava que Jesus nasceu um dia depois de um Sabbath judeu, isto é, em um domingo.
Crenças astrológicas tradicionais indicam, como dia mais provável, o sábado, dia 22 de agosto de 7 a.C. Seria conveniente lembrar que no calendário judeu o dia começa ao pôr-do-Sol, de modo que se considerarmos a legenda que Cristo nasceu depois do pôr-do-Sol, podemos aceitar que o seu nascimento ocorreu em 21 de agosto do ano 7 a.C."
* Astrônomo e escreveu mais de 85 livros, entre outros, "O livro de Ouro do Universo".
Consulte a homepage: http://www.ronaldomourao.com

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

"Quem você é Faz a Diferença"


















Uma professora de determinado colégio decidiu homenagear cada um dosseus formandos dizendo-lhes da diferença que tinham feito em sua vidade mestra.Chamou um de cada vez para frente da classe. Começou dizendo a cada uma diferença que tinham feito para ela e para os outros da turma.Então deu a cada um uma fita azul, gravada com letras douradas quediziam: "Quem Eu Sou Faz a Diferença"..
Mais adiante, resolveu propor um Projeto para a turma, para quepudessem ver o impacto que o reconhecimento positivo pode ter sobreuma comunidade.Deu aos alunos mais três fitas azuis para cada um, com os mesmosdizeres, e os orientou a entregarem as fitas para as pessoas de seuconhecimento que achavam que desempenhavam um papel diferente. Mas que deveriam poder acompanhar os resultados para ver quem homenageariaquem, e informar esses resultados à classe ao fim de uma semana.
Um dos rapazes procurou um executivo iniciante em uma empresa próxima,e o homenageou por tê-lo ajudado a planejar sua carreira. Deu-lhe umafita azul, pregando-a em sua camisa. Feito isso, deu-lhe as outras duas fitas dizendo:"Estamos desenvolvendo um projeto de classe sobre reconhecimento, egostaríamos que você escolhesse alguém para homenagear, entregando-lheuma fita azul, e mais outra, para que ela, por sua vez, também possahomenagear a uma outra pessoa, e manter este processo vivo. Mas depois, por favor, me conte o que perceber ter acontecido."
Mais tarde, naquele dia, o executivo iniciante procurou seu chefe, queera conhecido, por sinal, como uma pessoa de difícil trato. Fez seu chefe sentar, disse-lhe que o admirava muito por ser um gêniocriativo. O chefe pareceu ficar muito surpreso. O executivo subalternoperguntou a ele se aceitaria uma fita azul e se lhe permitiriacolocá-la nele. O chefe surpreso disse: "É claro." Afixando a fita nobolso da lapela, bem acima do coração, o executivo deu-lhe mais umafita azul igual e pediu: "Leve esta outra fita e passe-a a alguém quevocê também admira muito." E explicou sobre o projeto de classe domenino que havia dado a fita a ele próprio.
No final do dia, quando o chefe chegou a sua casa, chamou seu filho de14 anos e o fez sentar-se diante dele. E disse:"A coisa mais incrível me aconteceu hoje. Eu estava na minha sala e umdos executivos subalternos veio e me deu uma fita azul pelo meu gêniocriativo. Imagine só! Ele acha que sou um gênio! Então me colocou estafita que diz que "Quem Eu Sou Faz a Diferença". Deu-me uma fita a maispedindo que eu escolhesse alguma outra pessoa que eu achassemerecedora de igual reconhecimento." Quando vinha para casa, enquanto dirigia, fiquei pensando em quem eu escolheria e pensei em você..Gostaria de homenageá-lo. "Meus dias são muito caóticos e quando chegoem casa, não dou muita atenção a você. As vezes grito com você por não conseguir notas melhores na escola, e por seu quarto estar sempre uma bagunça. Mas por alguma razão, hoje, agora, me deu vontade de tê-lo àminha frente. Simplesmente, sabe, para dizer a você, que você faz umagrande diferença para mim. Além de sua mãe, você é a pessoa maisimportante da minha vida. Você é um grande garoto filho, e eu te amo!"
O menino, pego de surpresa, desandou a chorar convulsivamente semparar. Ele olhou seu pai e falou entre lágrimas:"Pai, poucas horas atrás eu estava no meu quarto e escrevi uma cartade despedida endereçada a você e à mamãe, explicando porque haviadecidido suicidar e lhes pedindo perdão". Pretendia me matar enquanto vocês dormiam. Achei que vocês não se importavam comigo. "A carta estálá em cima, mas acho que afinal, não vou precisar dela mesmo." Seu paifoi lá em cima e encontrou uma carta cheia de angústia e de dor.
O homem foi para o trabalho no dia seguinte completamente mudado. Ele não era mais ranzinza e fez questão de que cada um dos seu ssubordinados soubesse a diferença que cada um fazia. O executivo quedeu origem a isso ajudou muitos outros a planejarem suas carreiras enunca esqueceu de lhes dizer que cada um havia feito uma diferença emsua vida... Sendo um deles o filho do próprio chefe.
A conseqüência desse projeto é que cada um dos alunos que participoudele aprendeu uma grande lição. De que "Quem Você É Faz sim, uma Grande Diferença". Você não precisa passar isso adiante para ninguém... Nem para duas nempara duzentas pessoas. Continue a sua vida como você acha que está bom para você. Simplesmente sorria quando ler isso porque você é importante para mim, cada um de vocês é importante para mim, senão não teria postado isso aqui. Quem você é na minha vida, faz muita diferença para mim, e eu queria que você soubesse disso.

Eis aqui a sua fita azul!

"Quem Eu Sou Faz a diferença"


















domingo, 13 de janeiro de 2008

Estou de volta!

Isso que eu chamo de férias, hein??? Me desculpem a ausência, mas não abandonei meu blog não. Tô retomando as atividades e pretendo ser mais assídua.
Como passaram de final de ano e festas?
As minhas foram ótimas, antes do natal viajei para praia e as festas passei em família, quer coisa melhor? Amanhã volto a trabalhar! Antecipadamente, pois voltaria só dia 28 mas tudo bem, é a vida!
Bom, vou abrir o ano com um texto fantástico que recebi sobre relações interpessoais. A importância de tratar alguém com carinho, mesmo que seja de forma simples.
Carpe Diem!
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GESTÃO DO FÓSFORO
Um fósforo,uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal:
Estes quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre atendimento que conhecemos. Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveuprocurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia.
Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente: "-Bem-vindo ao Venetia!"
Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático. No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa,uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira,para ser riscado. Era demais! Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noitecomeçou a pensar que estava com sorte. Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedidono momento> do registro). A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado,naquele local, até então. Assinou a conta e retornou para quarto. Fazia frio e ele estavaansioso pelo fogo da lareira. Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele,pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala dementa sobre cada um.. Que noite agradável aquela! Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar,vindo do banheiro. Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático, estavapreparando o seu café e, junto um cartão que dizia: "Sua marca predileta de café. Bom apetite!" Era mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe? De repente, lembrou-se: no jantar perguntaram qual a sua marcapreferida de café. Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal. "Mas, como pode?! É o meu jornal! Como eles adivinharam?" Mais uma vez, lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista Havia perguntado qual jornal ele preferia. O cliente deixou o hotel encantando. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor. Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial? Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara decafé e um jornal. Nunca se falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias dehoje. Milhões são gastos em planos mirabolantes de marketing e, noentanto, o cliente está cada vez mais insatisfeito mais desconfiado. Mudamos o layout das lojas, pintamos as prateleiras, trocamos as embalagens, mas esquecemos-nos das pessoas. O valor das pequenas coisas conta, e muito. A valorização do relacionamento com o cliente.
Fazer com que ele perceba que é um parceiro importante!!!Lembrando que: Esta mensagem vale também para nossas relações pessoais (namoro,amizade, família, casamento,) enfim pensar no outro como ser humano é sempre umasatisfação para quem doa e para quem recebe. Seremos muito mais felizes, pois a verdadeira felicidade está nos gestos mais simples de nosso dia-a-dia que na maioria das vezes passam despercebidos.