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terça-feira, 30 de junho de 2009

Amor incondicional...


Há 11 anos que vc chegou.

Pequena mas bravinha, filha da cachorra de um vizinho.

Minha mãe te deu o nome de Dolly...era época da famosa ovelhinha clonada (ah! se vc tivesse uns clones!).

Em todos esses anos sempre esteve ao nosso lado, nas horas tristes e felizes.

Lembro-me de várias vezes chorar ao teu lado e você lamber meu rosto secando minhas lágrimas.

Também lembro de sua fidelidade quando meu pai sofreu acidente estava com a perna cheia de ferros, com uma fratura operada. Você ficou de plantão ao seu lado, rostando muitas vezes para os "visitantes" que vinham ver seu amado dono e tentavam tocar em seu machucado.

Você nunca tinha cruzado. Mas depois de velha, danadinha como sempre, fugiu e ficou grávida...já passava dos 7 anos. Ficou esperando cachorrinho. Quase morremos de susto! O parto foi sofrido, perdeu o útero nesse parto, mas sobreviveu e resistiu bravamente. Teve apenas 1 filhote, mas como o mesmo era macho,muito arteiro e vc muito ciumenta, não ficamos com ele.

O tempo foi passando...

Semana passada resolvemos acabar (ou começar) com seu sofrimento de um tumor que estava enorme e levamos nossa menina para o veterinário. Você estava com um câncer irraizado por seu corpinho, mas nos 2 primeiros dias da cirurgia resistiu bem, comeu, brincou...passados esses dias, começou a não comer, vomitar...voltamos ao veterinário, nada de febre ou infecção aparente. Hemograma!

Com esse exame veio a confirmação de uma infecção.

Vc foi internada hoje (30/06/2009), passou o dia entre soro e injeções de vitaminas. Foi tão triste chegar em casa do trabalho e não te ver...senti um frio na barriga e um aperto no coração. Voltei para trabalhar de tarde depois de chorar muito.

No final da tarde fomos buscá-la para dormir em casa.

Amanhã recomeça a jornada de injeções...

O que eu te imploro?

Seja guerreira e forte como sempre foi...

Não nos deixe agora, dói muito pensar em te perder.

Podem me chamar de doida, de qualquer coisa, mas o amor da gente é incondicional e pode ser sentido até mesmo pelos animais.

Aliás, a Dolly não é só uma cadelinha vira-lata mimada, ela é parte da família, nosso bebê, nossa menina, nossa gorda (que agora tá tão magrinha).

Dolly...vc está em minhas orações.

MELHORASS!

Te amo...

3 Comments:

Amanda Fonseca said...

Fê, imagino seu sofrimento pela sua cachorrinha...
Minha mãe tb tinha dois cachorros (uma fila e um husky) e quando eles se foram foi muito difícil pra ela.
Não sei se vc já assistiu o filme "Marley & Eu", mas recomendo. É sobre o amor de uma família para o seu cachorro Marley.
Vale à pena.
Espero que ela melhore e ainda dê muitas alegrias pra vcs. Bjks

Amanda Fonseca said...

Fê, imagino seu sofrimento pela sua cachorrinha...
Minha mãe tb tinha dois cachorros (uma fila e um husky) e quando eles se foram foi muito difícil pra ela.
Não sei se vc já assistiu o filme "Marley & Eu", mas recomendo. É sobre o amor de uma família para o seu cachorro Marley.
Vale à pena.
Espero que ela melhore e ainda dê muitas alegrias pra vcs. Bjks

Mër£îm said...

ah Fer... eu li tudo... e é complicado pra alguem que como eu, "te conhece bem" sabe como vc deve ta ai... Tenta ficar bem... independente de como ela fique... vai da tudo certo... no fim sempre da certo... beijo